Assim como muitas pessoas, eu ainda não tenho uma posição estabelecida sobre a existência, ou não, de algo “superior”. Entretanto, a idéia do Karma é algo que me seduz.
Talvez porque, assim como a “regra de ouro” comum às diferentes religiões (Trate os outros como você gostaria de ser tratado), o Karma é um conceito capaz de ser entendido, absorvido e aplicado sem a necessidade de uma crença. Ele faz sentido por si só. Ou pelo menos assim eu acho.
A idéia de que as suas ações do passado trazem conseqüências é algo útil e lógico. Eu tenho a minha própria quota de ações ruins que cobrarão (ou já cobram) o seu preço. Isso ao mesmo tempo que assusta, aguça minha precaução para evitar novos atos de imbecilidade.
O tempo que o Karma leva para agir é algo meio imprevisível. Talvez, aquela sacanagem que você fez com o seu irmãozinho na infância só volte para te assombrar na velhice, quando você se der conta do quanto aquele trauma (aparentemente banal) tornou a existência dele miserável. Talvez, aquela pulada de cerca da semana passada seja descoberta (e vingada pela sua parceira) em menos de um mês.
OU ainda, como aconteceu com o sujeito abaixo, que ficou putinho no Burger King, jogou a bebida na parede e avançou para destruir a vidraça com uma cadeira, talvez a retribuição seja ainda mais imediata… ridiculamente imediata.
Angry Man In Burger King Gets Instant Karma!
