Ficar em um hostel, foi uma idéia ótima.
Como eu estou viajando sozinho, caso ficasse em um hotel normal, eu provavelmente ficaria bem sozinho. Chegaria da rua e iria dormir. Só passaria pela recepçao e nada mais.
Já aqui, eu sou obrigado a conviver com outras pessoas. Meu inglês, que eu confesso nao ser dos melhores, tem sido muito requisitado. Nesses poucos dias, eu troquei idéia com gente de vários cantos do mundo (Alemanha, França, Nigéria, Austrália, Chile, e muito mais).
Aliás, essas conversas geraram várias relexoes que eu preciso desenvolver para colocar aqui.
Por exemplo, eu conversei muito com um inglês e um alemao (Mark e Flo) que estao viajando pelo mundo. O Mark já esteve em vários lugares diferentes e, atualmente, está em um tour pela América do Súl, já o Flo (de Florian, mas o cara se apresentou como Flo, entao usarei Flo) está em uma viagem de volta ao mundo.
Ouvindo os relatos dos caras eu senti um pouco de raiva de nao ter essa cultura, e por “eu” entendam nós brasileiros, de botar o pé na estrada e encarar o mundo, mas depois, veio uma sensaçao de “por que nao começar agora?”. Pelos relatos deles, mesmo sem falar nada de tailandês, vieticongue ou outras línguas que nao o inglês, é muito viável encarar o sudeste asiático, que é um lugar que eu achava meio difícil justamente por causa da língua.
Meus paradigmas mudaram. Eu já achava que eu conhecia apenas uma pequena parte do mundo, mas digamos que eu descobri que a parte desconhecida, que já parecia enorme, é muito maior do que eu imaginava, mas está lá e eu só preciso encarar.
Isso é fantástico! Minha curiosidade de conhecer novos lugares, novas pessoas e novas culturas está mais aguçada do que nunca. Nunca me senti tao Calvin.
O mundo é mesmo um lugar mágico… Vamos explorá-lo!
Em tempo, resoluçoes para 2010:
- Deixar meu inglês mega fodelástico;
- Conseguir um espanhol razoável (pelo menos);
- Viajar mais, muito mais.
