DESCARGA DE EMOÇÕES

July 14th, 2010 1 comment »

Algo que sempre conquistou meu interesse é o fluxo da descarga da privada. Eu sempre fiquei encantado com aquelas descargas vigorosas que formam um redemoinho potente, capaz de levar o mais agigantado “torpedo” para as profundezas do esgoto.

Não há escatologia alguma nisso!

Eu via algo no movimento da água,no desenrolar do seu fluxo que eu achava interessante e até calmante. É como aquelas fontes de jardim, que ficam mantendo a água em movimento pois isso, e o seu ruído, acalmam os nervos (dizem).

Além desses atributos, a descarga da privada, desde que se trate de uma descarga de fluxo potente, é mais rápida barulhenta e com um redemoinho. Logo, muito mais legal de olhar.

Diante de tudo o que foi exposto, imagine minha empolgação ao me deparar com isso que será a fonte do lago de carpas do meu eventual jardim:

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July 7th, 2010 No comments »

Sabe quando se está naqueles dias?

É, aqueles dias em que você não está legal e sem pique para trabalhar? Dias em que tudo o que você quer é se jogar do alto de um prédio, chacinar seus colegas de trabalho com uma metralhadora, ou ficar deitado na grama olhando para as nuvens e brincando com cachorrinhos?

Então…

Shared Fate
Creative Commons License photo credit: fallingwater123

Hoje é um dia desses.

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APROVEITANDO A CALMARIA

July 5th, 2010 No comments »

Para mim, facilita pensar na vida como algo que pode ser dividido em ciclos. Alguns desses ciclos são mais genéricos e acredito que a maioria das pessoas geralmente passe por alguns deles, como as experiências da adolescência que marcam o fim da infância e uma prévia da vida adulta.

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SOBRE EXPERIENCIAS INESQUECIVEIS

July 2nd, 2010 No comments »

O conteúdo desse post é meio antigo, mas eu levei um tempo para conseguir toda essa verbalização (Ou o seu equivalente escrito).

Há algum tempo, eu estava papeando com um grupo de pessoas num local onde eu trabalhava e alguém levantou o assunto “Experiências Inesquecíveis”. Eu não me manifestei e mantive minha opinião para mim, o que gerou algumas piadinhas e acusações do tipo: alguém que não curte a vida, que não tem experiências memoráveis e que ainda é virgem.

Obviamente, essas acusações eram mentirosas, mas achei melhor ficar na minha, de boca fechada.

Fiz isso pelo seguinte, o papo era claramente alegre, carregado de sentimentos sobre como a vida é boa, apesar dos seus pesares. Se eu abrisse a boca, eu seria sincero, e, provavelmente, iria destruir aquela alegria toda.

Não se enganem, não foi só altruísmo meu. Naquele tempo, eu não queria compartilhar aquela que era, e ainda é, a minha experiência mais inesquecível, mas farei isso agora.

Antes de mais nada, convém esclarecer que eu possuo lembranças extremamente felizes. Há na minha vida momentos maravilhosos cuja simples lembrança basta para revigorar minha fé na vida e encher meu peito de um agradável calor sentimental.

Existem os clichês como o primeiro beijo (que foi ótimo, apesar da falta de experiência), ou a primeira relação sexual (que até foi com uma pessoa “especial”, mas nesse caso a inexperiência de ambas as partes atrapalhou. As experiências futuras – até com essa mesma pessoa -  demonstrariam que poderia ter sido melhor. Ainda assim foi uma experiência ótima); passando por outras como quando eu vi meu nome na lista de aprovados do vestibular com o meu irmão (essa foi uma das melhores); ou ainda algumas aparentemente mais simples, como quando a Vitória, na época um bebezinho, adormeceu no meu colo vendo TV (também uma das melhores experiências da minha vida).

Entretanto, essas são experiências que demandam algum esforço para entrar na minha mente. Eu preciso pensar nelas. A minha experiência mais inesquecível não funciona assim. Ela entra na minha mente sem ser convidada.

No começo, ela vinha sempre, várias vezes ao dia. Com o tempo, ela foi ficando mais esporádica, menos frequente, e causando um impacto cada vez menor, mas mesmo hoje ela ainda aparece e ainda é desagradável. Sim, foi uma das piores coisas que eu já vivi. Vamos aos fatos.

Aconteceu em 14 de Dezembro de 2006, foi o dia em que o meu pai morreu, em parte e pela primeira vez. Isso já seria traumático, mas houve certos requintes que tornaram aquilo ainda pior.

Não vou contar todos os detalhes já que só isso daria um post enorme e extenso, mas resumindo, meu pai estava vivo, e no instante seguinte, ele desligou. Simples assim! O coração parou, a respiração parou, e ele caiu, em casa. Foi como se houvessem removido as pilhas, ou desligado da tomada.

No meu Curso de Formação de Condutores (Sim, aquele obrigatório para conseguir a CNH), o material sobre primeiros socorros era bom, e o meu interesse por coisas estranhas havia me levado a aprender mais. Não conheço muito, mais foi o suficiente para prorrogar a morte definitiva dele por uns 10 meses.

Não, falar em morte definitiva não é pleonasmo, não nesse caso. Nessa ocasião, ocorreram danos neurológicos que bagunçaram a memória e o raciocínio dele. Para mim, boa parte dele morreu naquele dia. E ainda nem é essa a minha tal “experiência inesquecível”. Tal experiência, da qual eu ainda não falei,  é apenas uma parte de todo desse evento

Durante as manobras de ressuscitação (massagem cardíaca e respiração boca a boca), é comum é certo que as costelas da vítima serão quebradas para que se consiga espremer o coração e circular o sangue. Muita gente não sabe disso porque esquecem de avisar nas instruções. Eu mesmo achava que isso poderia acontecer apenas eventualmente.

Então, essa é a minha “lembrança inesquecível”, a sensação das costelas do meu pai sendo quebradas por mim (foram 8 fraturas e alguns “trincados”). É algo que não dá para descrever, mas que eu senti na palma das mãos. Cada vez que eu lembro disso, eu volto a sentir. É como aquela síndrome do membro fantasma que acomete aleijados.

Só que hoje, se hoje, isso não incomoda tanto, na época, eu sentia um nó na garganta, um frio na barriga e uma sensação de falta de chão a cada relembrada, e elas eram muito frequentes, ocorriam várias vezes ao longo do dia, logo antes de dormir e até me acordava, raramente.

Uns 10 meses depois (Outubro de 2007), todo o evento se repetiu, mas não deu para adiar mais a morte e meu pai se foi. Dessa vez, quando eu agi, eu nem me surpreendi, nem estranhei, só esperei por aquela horrível sensação de costelas se quebrando.

Essa ainda é a minha experiência mais inesquecível, e, eu espero que continue assim, e que nada pior venha destroná-la.

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SEM MARGEM PARA ERROS

June 30th, 2010 No comments »

Se há algo que me assusta, é chegar na última cartela de medicamento. Não, não é nada que dê algum barato, ou que interfira no meu humor, como um anti-depressivo, ou um estabilizador de humor. A medicação é um estimulante para certas áreas do cérebro. Na prática, ele mantém o meu TDAH sob controle, permitindo que eu faça coisas cotidianas com alguma disciplina.

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BRINQUEDOS DE GENTE GRANDE

June 23rd, 2010 No comments »

Recentemente, comecei a receber um extra por produtividade no trabalho. Já consegui um aumento legal nesse mês.

Pois bem, é na hora de gastar esse dinheirinho extra que se revela muito sobre as pessoas e sobre suas prioridades.

Por exemplo, eu poderia ter usado essa grana para pagar uma cama nova (ou ao menos uma parcela) ou um guarda-roupa, bens que precisarei para o mês que vem. Poderia ter investido em ações. Poderia, ter economizado para tempos futuros.

Mas então, enquanto pensava nas opções, recebi um email do ThinkGeek avisando que um produto que eu queria, e que estava indisponível há muito tempo. Foi covardia deles arrebatarem meus desejos e interesses assim. Fiquei sem defesa.

Imagine que a minha cabeça fosse um aquário e meus pensamentos para o meu dinheiro extra fossem peixes de diferentes tipos e tamanhos. O que o pessoal do ThinkGeek fez, basicamente, foi fazer uma pescaria com dinamite. Pura covardia!

Ou seja, ao invés de investimentos, bens necessários, ou capitalização para emergências, meu dinheiro foi usado para dar-me um presente: pantufas… de coelhinho.

Ridículo? Espere, não é qualquer coelhinho. Lembra do coelhinho carnívoro do Monty Phyton e o Cálice Sagrado? O Coelho de Caerbannog?

Então, veja se não é o pé mais estiloso que você já viu:

Para chutar direto na jugular

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A CURIOSIDADE QUASE MATOU ESSE BURRO

June 22nd, 2010 No comments »

Já ouviu o dito popular que diz que “Os curiosos só ouvem falar mal de si.”? Então, é verdade.

Eu resolvi brincar durante meu horário de trabalho fazendo umas investigações e bisbilhotando a vida alheia com uso extensivo de todo o meu google-fu e vasto conhecimento de redes sociais e, depois de violar algumas leis, descobri que, além de feio…

Recentemente chegou ao meu conhecimento que, além de feio (sem novidades aqui), eu sou lerdo/frouxo/molenga, ou pelo menos é o que dizem.

Honestamente, foda-se! O fato de eu estar em uma boa fase, com razoável nível de estabilidade emocional ajuda-me a encarar isso numa boa, mas farei apenas comentários sobre os dois temas.

Sobre a feiura, paciência. É fato que eu não fui mesmo agraciado na loteria genética para ganhar beleza além do comum. Por outro lado, estou convencido de que não sou exatamente feio, embora não seja exatamente bonito.

Ou seja, eu me classificaria naquele enorme mar de mediocridade das pessoas facilmente esquecíveis. O lado bom: pelo menos eu não sou um sósia do Slot.

Vai um chocolate aí?

Com relação à lentidão ou falta de ímpeto agressivo em relacionamentos: Guilty as charged!

Isso é um dos meus grandes entraves, que decorre basicamente do meu ENORME problema de baixa auto-estima.

Inúmeras vezes eu recebo sinais do sexo oposto que são ignorados. Não que eu escolha ignorá-los, eles simplesmente não são nem captados pelo meu radar.

19.06.2010

Ele também tem problemas para ver.

Creative Commons License photo credit: Heroes And Me

O número de paixões, amores e relacionamentos (ou mesmo o bom e velho sexo fácil e descompromissado) que eu já deixei passar até me envergonham.

A situação era tão grave, que eu tinha dificuldades para entender como eu consegui perder a virgindade.

Isso é algo em que eu ainda estou trabalhando, e acho que vai melhorar com o tempo, até em decorrência das melhoras sustentáveis nas diversas áreas da vida, que levarão à conquista de objetivos, que levarão à vitórias, que resultarão em uma gradual melhora na auto-estima (ufa!).

A melhora na auto-estima aumentará meu “sangue nos olhos”, que resultará em mais melhoras sustentáveis, que levarão à mais conquistas, e eu nem preciso continuar para ficar claro que eu trato aqui daquilo que os psicólogos denominam tecnicamente de “Circulo Virtuoso da Sanguinolência Ocular”.

Owl with almost red eyes

O objetivo é virar predador!

Creative Commons License photo credit: Tambako the Jaguar

Para terminar, embora eu só tenha admitido culpa, no caso concreto, NESSE caso específico, de onde eu descobri os comentários, existe um porém a ser considerado.

Marasmo e falta de ação podem ser indícios de falta de interesse, ou seja, simplesmente eu não tenho interesse/não estou afim, porra!

Simples assim.

eu resolvi brincar fazendo umas investigações e bisbilhotar a vida alheia com uso extensivo de todo o meu google-fu e vasto conhecimento de redes sociais
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MALDITA INSÔNIA

June 17th, 2010 No comments »

Insônia, um dos muitos demônios que me assombram. Ela estava quita e tranquila, mas nas últimas semanas, voltou com a corda toda e isso tem sido desgastante.

Don't you have anything better to do?
Creative Commons License photo credit: toastforbrekkie

O processo é mais ou menos assim, eu passo dias, ou semanas, dormindo pouco (3h ou 4h por noite). Isso vai debilitando minha reserva energética até o meu total esgotamento. Quando o fim dessas reservas acontece (normalmente em finais de semana), eu desabo e durmo muito mais do que o normal (algo como 12h ou mais).

Ao contrário de outros demônios que também me assolam, mas são muito mais destrutivos e exigem vigilância permanente, a insônia possui algo de positivo: Eu uso as horas em que ela atua para momentos de “esponja de conhecimento”. Navego pela internet e, com um “empurrãozinho” do TDAH, aumento “o meu conhecimento desconhecido, composto dum grande conjunto inútil de pequenas coisas úteis e práticas, mas sem qualquer aplicação imediata na minha vida prática” (preciso fazer um post só sobre isso).

É esse conhecimento que faz eu ser convidado para conversas de boteco ou outros eventos em que um vasto, porém inútil, conhecimento é valorizado. O grande problema, é que eu estou virando um homenzinho (finalmente) e na vida adulta essa característica de ser interessante, mas inútil, não é algo desejável. Eu preciso ter energia, e tempo, para dedicar-me às coisas realmente importantes, como o meu trabalho e os meus estudos. O que é meio difícil quando se passa noites em claro pesquisando métodos de ourivesaria e construção de forjas, por exemplo. Eu termino como eu estou me sentindo hoje, um bagaço.

Então, é hora de resolver isso de uma vez por todas. Pelo menos, ao contrário das doenças e transtornos psiquiátricos, eu creio que a minha insônia não é um grande mal, ou pelo menos não é um mal tão grande. Ela parece mais um mal-hábito, que decorre (em parte) de outras coisas (como os grandes males aos quais me referi anteriormente). E a experiência demonstra que ela pode ser controlada. É isso que farei (eu espero).

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DESPACHO PARA O AMOR

June 14th, 2010 No comments »

Nota: Eu sei, dia dos namorados foi ontem, mas esqueci do texto e só estou publicando agora.

Dia dos namorados aí, e somos alvejados por uma artilharia pesada de mensagens amorosas. Cria-se um clima romântico em que alguém, que não esteja em um relacionamento pode acabar se sentindo culpado por isso. Eu, que estou só, encaixo-me nessa categoria.

Entretanto, o que mais me irrita são os charlatões que, aproveitando dum momento de fragilidade alheia, prometem resolver problemas amorosos por meio da magia e feitiçaria.

Dona Letícia
Creative Commons License photo credit: thiago.carrapatoso

Resolvi agir! Fazendo uso desse meu espaço, e para evitar que idiotas tão ingênuos gente como eu caia nas arapucas desses canalhas, resolvi divulgar um ritual mágico que funciona. É infalível!

Você vai precisar de:

  • 300g de farinha de rosca;
  • 200g de farinha de milho, em flocos;
  • 7 velas pretas;
  • 7 velas vermelhas;
  • 1 LP do Roberto Carlos;
  • 1 encruzilhada;
  • 1 frango assado de padaria;
  • 1 garrafa de tubaína (pode ser frutaína ou Schin Tutti-Fruti)
  • ATENÇÃO, MUITO IMPORTANTE: 1 bilhete premiado de mega-sena.
  • Lágrima de mula-sem-cabeça (se você achou o item anterior, esse aqui vai ser fácil)

Como fazer:

  1. Numa noite sem sol, em véspera de dia útil, vá a uma encruzilhada (mas tem que ser aquela em forma de cruz, com quatro ruas. Nada de esquina com três ruas, ou com seis ruas).
  2. Coloque o LP do Rei no chão, para emocionar o exu.
  3. Enquanto canta “Detalhes”, cubra-o usando as diferentes farinhas para desenhar imagens religiosas em estilo bizantino. ATENÇÃO PARA OS ERROS DE PROPORÇÃO E PERSPECTIVA. Exite uma razão para eles. (Não, não me importa que você seja um DaVinci e possa fazer algo mais realista. Com tanta arrogância, não é de se estranhar que você tenha que pagar esse mico só para ter um relacionamento.).
  4. Decore com as velas.
  5. Coloque o bilhete de mega-sena premiado sobre o desenho. Importante, não queime a droga do bilhete. Ele é vital para o fim do ritual.
  6. Coma o frango.
  7. Beba a tubaína.
  8. Grite: FULANO (A) SEU(UA) FDP! OLHA O MICO QUE EU PAGO POR VOCÊ! (Sim, precisa rimar e não há bebida nesse ritual para que você tenha noção do papel de ridículo e deixe de ser trouxa/apaixonadinho(a).)
  9. Quando aparecerem os primeiros raios de sol, retire o bilhete de mega-sena premiado do despacho.
  10. Dê um beijinho nele e vá receber o prêmio.

Santeria #2: Ebbo
Creative Commons License photo credit: matteo_dudek

Pronto! Isso trará a pessoa amada de volta em 10 dias. Talvez em até menos, ou talvez mais. Depende de quanto tempo a Caixa levar para depositar o seu prêmio. Aliás, o que não vai te faltar é quem te ache uma “pessoa amada”. É provável que, depois disso, você seja a pessoa mais amada do planeta (ou pelo menos do seu prédio).

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EM BUSCA DAS ESTRELAS

June 5th, 2010 2 comments »

Eu acredito que relacionamentos voluntários, aqueles em que você se envolve por vontade própria, são como naves espacias.

Em ambos os projetos, pode haver um acidente que resulte numa imensa bola de fogo e destruição, jogando por terra muitos recursos, tempo e esperanças dedicados à empreitada por todas as partes envolvidas, além da aniquilação da vida de alguns.

Booooom

O momento exato em que um coração é partido

Creative Commons License photo credit: nixter

Apesar de todos esses riscos e da possibilidade de grande dor e sofrimento, outra coisa é compartilhada por naves espaciais e relacionamentos humanos.

Em ambos os casos, o início da viagem, o lançamento, é sempre algo lindo.

Delta IV Launch

Nasce uma nova relação!

Creative Commons License photo credit: Flying Jenny

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